Uma infância entre as rosas e orquídeas cultivadas pela avó e adolescência como fazendeiro, no interior de São Paulo, conspiraram para que Odilon Claro escolhesse o paisagismo como profissão. “Ao viver em meio a plantações, jardins e o dia-a-dia de uma fazenda, adquiri o gosto pela harmonia e a visão da criação de espaços e da sintonia entre as espécies”, diz.
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